quarta-feira, 18 de dezembro de 2013


Fallen foi escrito por Lauren Kate, em 2009, rapidamente conquistou seu espaço no mundo literário e ficou entre os mais vendidos do New York Times, isso fez com que os estúdios Disney adquirissem seus direitos para “rodarem” uma versão cinematográfica. Fallen é um romance para os adeptos da fantasia, humor, anjos, intrigas e mistérios.
Apesar de ser um romance jovial meio água com açúcar, podemos viajar num mundo místico, cheio de aventura e suspense. Trata-se da história de amor vivida entre Lucinda Price (Luce) e Daniel Grigori, que se estende por muitas vidas e com muitas surpresas.
Luce desde pequena é atormentada por imagens e sombras que acabam causando a morte do seu namorado. Por não encontrarem evidências sobre a causa do incêndio que causou a morte dele, a justiça culpa Lucinda e todos passam a tratá-la como louca. Por ordem judicial, a jovem vai parar num reformatório onde toda sua vida toma rumos insanos. Neste terrível lugar, Luce tem que conviver com jovens problemáticos, fica sem comunicação com seus pais e amigos e ainda é vigiada 24h por dia. Mas é neste ambiente que nossa protagonista descobre seu verdadeiro amor, ela não entende porque sente-se tão emocionalmente ligada a Daniel. Essa ligação faz com que ela comece a entender sua relação e seus sentimentos de déjà-vu ao decorrer da trama.
No início senti a narrativa um pouco arrastada, mas na segunda metade do livro me surpreendi com tanta emoção, suspense e, em certos momentos, me peguei tentando adivinhar o que ligava esses dois jovens.
Cuidado, você pode se enganar com os personagens, anjos podem virar demônios e vice versa. Como a própria autora escreve num dos trechos:
“A confiança é uma negligência, na melhor das hipóteses. Na pior, é uma boa maneira de acabar com sua vida.”
A cada página virada você irá descobrir uma envolvente história de amor, que sobreviveu a muitas dificuldades, mortes e até investidas de anjos do mal.
É difícil não se irritar com Daniel, se envolver com Cam e se divertir com Ariane e Pen.
A autora não economizou no suspense e como este é o primeiro livro de uma saga, não poderia deixar de ter aquele final inacabado, com gostinho de quero mais e muitas dúvidas no ar.
Quem ou o que será Daniel Grigori? Que intrigante segredo ele esconde? Realmente existe o bem e o mal? Numa luta de anjos existe vencedor? Para quem você vai torcer?

Anjos e Demônios“, apresenta como protagonista Robert Langdon, conhecido professor de Simbologia da Universidade de Harvard, é acordado certa manhã por um telefonema urgente de Maximilian Kohler, diretor-geral do CERN. Leonardo Vetra, prestigiado cientista da organização, fora encontrado morto em seu laboratório com um misterioso símbolo marcado a fogo no peito. O diretor pede que Langdon parta imediatamente para a Suíça, onde poderá examinar melhor o símbolo e descobrir o seu significado.
Ao chegar ao gigantesco centro de pesquisas, Langdon descobre se tratar de um ambigrama (palavra que pode ser lida tanto de cabeça para cima quanto para baixo) associado aos Illuminati, antiga organização secreta há muito tempo considerada extinta. Os Illuminati ressurgiram, dispostos a cumprir seu maior intento: destruir completamente a Igreja Católica. Eles têm em mãos uma nova arma de efeito devastador, roubada do laboratório do cientista assassinado, e com ela ameaçam explodir a Cidade do Vaticano, onde todos os cardeais do mundo estão reunidos naquele momento para o Conclave.
Acompanhado de Vittoria Vetra, uma bela cientista italiana, Langdom parte às pressas para Roma, onde dará início a uma empolgante caçada ao esconderijo dos Illuminati, percorrendo criptas, igrejas e catedrais e decifrando enigmas históricos. Tudo isso antes que chegue a meia-noite, hora em que a bomba explodirá e mandará para os ares a maior organização religiosa do mundo.
Ainda tem gente que não sabe, mas esse é o primeiro livro de Dan Brown com Robert Langdon, e não “O Código Da Vinci” – que veio imediatamente depois. O tema principal do livro é – adivinhem! – a religião, principalmente no que se refere à guerra entre a fé e a razão. Mas Dan Brown tem seu estilo próprio. Ele não vai chegando e dizendo quem está errado e quem está certo; sabe apresentar muito bem os pontos positivos e negativos de cada um dos lados, e, no final, deixa que o leitor tire suas próprias conclusões e forme suas próprias ideias.
O ritmo do livro é simplesmente empolgante! É como naqueles filmes de suspense, você não consegue tirar os olhos um minuto do papel. Os capítulos parecem os de uma novela, acabam sempre em um clímax, dá até uma agradável raiva do autor; tacada genial, característica mesmo do Dan Brown.
Sem contar que a História está presente em todo o livro, e de forma bastante agradável. Confesso que mesmo a Física e a Matemática me pareceram simplesmente fascinantes da forma como foram apresentadas, sempre envoltas na solução de algum enigma ou na interpretação de algum símbolo. Ao longo do texto, o autor vai explicando passagens interessantes da História, e é sempre normal que você interrompa a leitura rapidamente para conferir algumas coisas naqueles livros empoeirados da escola.
E o romance, é claro, não deixa de aparecer no livro. Após passarem por tanta coisa juntos, Langdom e Victoria Vetra acabam se envolvendo emocionalmente, com direito a mocinho salvando a donzela e tudo. É legal, bem equilibrado, e seria até bonito, se Robert Langdon não se apaixonasse por uma mulher diferente em todos os livros.
Esse é o livro em que Robert Langdon aparece em sua melhor forma – não vou contar com “Inferno” porque ainda não tive a chance de ler. A rapidez com que ele resolve algumas questões complicadas em apenas alguns minutos, e tudo de forma que o leitor possa compreender bem a linha de raciocínio, é incrível! E, em questão de ação, este é um livro muito mais movimentado e cheio de aventuras que “O Código Da Vinci“. E o final é realmente surpreendente.
Mais do que recomendo esse livro; principalmente agora que Langdon voltou às livrarias com uma nova aventura – que espero logo logo poder estar resenhando aqui -, é mais do que essencial descobrir como surgiu esse carismático e inteligente personagem, que já arrebatou uma legião de fãs no mundo inteiro.

Quais são as formas de amor? Não, melhor, quais foram às formas de amar que você já amou? Ou está amando? Ou não está? Já sentiu uma ilusão de gostar de alguém que só lhe usou? Sentiu a vontade de estar perto de uma pessoa que te ama e você, perdoar o sentimento que lhe destrói? Quais são as formas de amar?
Preces e Mentiras” é um livro que fala sobre isso, com um toque delicado e a história narrada na visão de uma menina chamada Bethany, sentiremos e simpatizaremos com sua vida e suas descobertas e com a vida de sua melhor amiga Reana Mae, que passa por tantas aventuras quanto Bet.
Tudo começou perto de um rio, de uma trilha, perto de uma casa, onde aparentemente uma família feliz vivia, lá estava uma garotinha, Reana Mae, sua mãe Jolene, uma bela esposa que usa de sua sensualidade para conquistar a cada dia seu marido, o Bob. Mas é claro que, igual a maioria dos dias de sol quente, quando sentimos as nuvens escuras sobre nós e do nada, começa uma tempestade.
Talvez seja exagero, devo admitir, afinal de tempestades melhor exemplo não há, com três irmãs dentro de uma casa já é uma boa dose de drama, mas não quando sua irmã se chama Tracy. Ah…, Tracy, sempre causando problemas para a família, com um temperamento estranho e maldoso, torturou bastante Reana Mae por um bom tempo e o mais estranho é que ninguém fazia nada para castigá-la, como certas injustiças podem acontecer assim.
Mas, no fundo, o que eu percebi é que, desistir do amor é a forma mais cruel de ceder a vitória para a maldade e talvez, não entender como o outro ama seja a o primeiro passo para uma vida sem amor. Ah… a maldade, isso pode resumir em simples palavras em um nome só, aquele que trouxe a sombra para essa cidadezinha, é só um nome, mas chama-se… Caleb.
A Autora Sherri Wood Emmons começa com o pé direito em seu primeiro trabalho de ficção, pois “Preces e Mentiras” é um livro cativante, aquele tipo que você torce pelos personagens e tenta entender e arrumar uma explicação para as coisas que vão acontecendo.
São 368 páginas, publicado no Brasil pela editora Novo Conceito, recomendo a leitura para as pessoas que gostam do gênero drama/romance e principalmente para aqueles que gostam de personagens fortes e historias comoventes.

a tregua primo leviFaço essa indicação, porém, com algumas ressalvas, isso por que esse livro “A TRÉGUA“, do autor italiano Primo Levi, é um livro extramente perturbador do ponto de vista humano, pois mostra que a maldade de um semelhante para com o outro, parece não ter fim e nem limites…
A TRÉGUA“, narra a trajetória de Primo Levi ao ser libertado do campo de concentração de Auschwitz, após o final da Segunda Guerra Mundial.
Porém, engana-se quem pensa que o fim da Guerra trouxe paz e alegrias a estes prisioneiros sobreviventes, o que ocorreu na verdade foi justamente o contrário…
O livro mostra um lado que poucas pessoas conhecem ou tinham conhecimento, Primo Levi narra nessa obra todo o trajeto que fez até conseguir retornar à sua terra natal, no caso, a Itália. Sem dinheiro, fraco, debilitado e muito doente, essa caminhada até o seu lar não foi fácil, como se não bastasse todo o sofrimento e humilhações que sofreu em Auschwitz, ainda teve que mendigar e se sujeitar a muitas outras agruras, desgostos e contratempos para sobreviver.
Apesar de “pesado”, o livro trás uma mensagem positiva, pois mesmo em um ambiente extremamente hostil, desolador e triste, Primo Levi consegue nos passar o real sentido da palavra fé e esperança: acreditar que você vai conseguir alcançar o seu objetivo, mesmo que tudo e todos ao redor não acreditem e lhe digam que é impossível, ele conseguiu, e você (nós) também consegue.
Pra Quem Curte O Tema De (Guerra Mundial , Principalmente A Segunda Guerra Mundial), é uma Boa Pedida!

Pelo menos nós, gaúchos, somos levados desde o berço a desacreditar em argentinos. Talvez pela fronteira próxima (nem irei falar sobre nossos problemas com os catarinas), ou talvez pela invasão às nossas praias em cada verão. A origem dessa peleia, por exato, não sei determinar, mas flertamos por demais com nossos vizinhos hermanos. Já nascemos fluentes em portunhol e, por assim dizer, entoamos cânticos nos estádios a la torcida do Boca Juniors.
Introdução muito impertinente, eu sei. Mas achei válida para justificar a minha agradável surpresa ao ler “Falar Sozinhos“, do escritor argentino Andrés Neuman. Totalmente às cegas na livraria, em busca de algo para preencher aquele vazio literário que os amantes de livros nunca conseguirão preencher, me deparo com esta obra que, sem pensar duas vezes, já foi parar embaixo do meu braço.
Falar Sozinhos” é uma história contada por três vozes. Mario é casado com Elena que por sua vez são pais do menino Lito. Enquanto uma doença acaba aos poucos com a vida de Mario, este tenta criar inesquecíveis memórias para que o filho possa ter boas lembranças do pai. Lito descohece a doença de Mario enquanto a mãe, Elena, se entrega aos livros e a uma paixão proibida.
Mais do que uma doença terminal, o livro fala sobre a natureza por vezes excêntrica das relações que construímos ao longo da vida. Fala sobre inocência e desesperança. Fala sobre amor e traição. Sem definições, o autor procura contar sem julgar. Os capítulos em que Elena conta sua história são recheados de referências literárias, e são os livros o principal porto seguro da mãe que já não pode ter mais tanta certeza de seu papel como esposa.

O Morro Ventos Uivantes “O Morro dos Ventos Uivantes”, de Emily Bronte, é um dos romances mais apaixonados e complicados de entender que eu já li. O ambiente sombrio e tempestuoso nos transmite um senso de mistério. Uma história muito intensa e cativante. É uma estória sobre amor não correspondido e vingança. A maior parte da história é trazida até nós pela narração em primeira pessoa do Sr. Lockwood e depois por Nelly.
O Sr. Lockwood é o novo inquilino da Fazenda ThrushCross Grange, de propriedade de um Sr. Heathcliff. Por cortesia, o Sr. Lockwood vai visitar o senhorio no “Morros dos Ventos Uivantes“. Ali ele encontra uma moça, um rapaz e Heathcliff. Ele tenta entender a ligação entre eles e termina por entendê-los de maneira errada. Isto aumenta sua curiosidade para descobrir mais sobre essa família muito estranha. Ele persuade Nelly, a governanta, a lhe contar mais sobre estas pessoas.
A história retroage ao tempo em que Heathcliff era apenas um menino. O Sr. Earnshaw havia trazido para casa um menino que ele havia encontrado abandonado na rua; este menino é Heathcliff. O Sr. Earnshaw tem um filho, Hindley, e uma filha, Catherine, que tem a mesma idade de Heathcliff. O Sr. Earnshaw favorece Heathcliff e isto deixa Hindley muito furioso. Todos os outros membros da fazenda acham Heathcliff estranho, exceto Catherine, que o adora.
Depois que o Sr. Earnshaw morre, Hindley se volta contra Heathcliff, impedindo sua educação e tratando-o como um trabalhador braçal. Ele faz de tudo para erguer uma barreira entre Catherine e Heathcliff, pois odeia a amizade dos dois. Ele tenta fazer Catherine se dar bem com os Lintons. Os Lintons são uma família rica e respeitada que vive na Fazenda Thrush Cross. O filho dos Lintons, Edgar, começa a gostar de Catherine. Isto gera ciúmes em Heathcliff, mas ele tolera a distância entre ele e Catherine.
Um dia, Edgar pede Catherine em casamento e ela aceita. Heathcliff escuta Catherine dizendo a Nelly que ela escolheu Edgar, da família dos Lintons, somente porque ela achava que Heathcliff não é um cavalheiro e que casar com ele estragaria sua reputação e status na sociedade. Heathcliff fica muito magoado, deixa os Ventos Uivantes e vai embora.
Catherine fica arrasada. Ela não pode suportar essa situação. Edgar casa com ela para lhe ajudar a suportar a dor. Ela começa uma nova vida com Edgar, mas um dia Heathcliff retorna. Ele se tornou um cavalheiro e agora é tão desejável quanto Edgar.
O conflito emocional de Catherine começa. Ela quer os dois homens na sua vida. Para conseguir isto ela termina ferindo Linton e a si mesma. Ela nunca consegue sair deste tumulto emocional. Ela dá à luz a uma filha de Edgar e morre.
Heathcliff fica arrasado com a notícia da morte de Catherine. Ele se sente como um leão ferido. Ele declara guerra a todos aqueles que lhe separaram de Catherine. Ele jura tomar vingança. Ele então tem um caso com Isabella, irmã de Edgar, e gera um filho com ela. O resto da história mostra como Heathcliff destrói Hindley e toma os Morros Uivantes. Ele trata Hareton, filho de Hindley, da mesma maneira que ele foi tratado anos atrás por seu pai. Ele força a filha de Catherine, Cathy, a se casar com seu filho Linton. Então ele se apodera da Fazenda ThrushCross Grange.
O romance termina com a quase insanidade e consequente morte de Heathcliff .
A obra foi adaptada diversas vezes para o cinema, a primeira em 1920 e a mais recente em 2011.
No Brasil duas telenovelas foram feitas, em 1967 e 1973, respectivamente “O Morro dos Ventos Uivantes” e Vendaval. No meio musical romance tem sido popular em óperas, ressaltando as escritas por Bernard Herrmann e Carlisle Floyd, além da clássica canção de Kate Bush, lançada em 1978.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013



Fala Galera Começando Mais um ''Vale A Pena Ler De Novo''.
E, a Serie De Hoje e Uma das Minhas Favoritas, (Eu Mesmo Já Li Duas Vezes).

Ciclo Da Herança
Christopher Paolini
Ciclo da Herança, em inglês: Inheritance Cycle, anteriormente chamada de Trilogia da Herança (em inglês Inheritance Trilogy), é uma série literária de fantasia épica do escritor norte-americano Christopher Paolini. Passada no mundo fictício da terra de Alagaësia, um mítico continente, a história se foca em um rapaz de 17 anos – acompanhado de seu dragão – na luta contra a tirania de um império do mal Este garoto é Eragon, que ao lado de sua parceira Saphira, uma dragão com a qual compartilha sua consciência, divide a descoberta de ser um Cavaleiro de Dragões, um lendário grupo que governava essas terras em tempos passados. O Imperador Galbatorix, que destruiu a antiga Ordem dos Cavaleiro de Dragões e pegou a coroa para si, envia seus assassinos para capturar o rapaz e Saphira, e assim, o Cavaleiro inicia a sua jornada.
Até 2007, dois dos quatro livros haviam sido publicados: Eragon (2002)Eldest (2006). Ambos entraram na lista de bestsellers do The New York Times e, juntos, venderam mais de vinte milhões de cópias ao redor do mundo, em cerca de 41 países. O terceiro livro, Brisingr, foi lançado na América do Norte em 2008, e logo vendeu 550 mil cópias, já nas primeiras 24 horas. Foi no meio da escrita deste livro que Paolini percebeu que a história era tão complexa que, se a terminasse no terceiro livro, este iria acabar tendo 2.000 páginas. O autor viu, então, a necessidade de dividir o último livro em dois e, portanto, a Trilogia tornou-se o Ciclo da Herança. Inheritance, o quarto e último volume da série, foi lançado em 8 de novembro de 2011 na Austrália, nos Estados Unidos e no Reino Unido, com uma tiragem inicial de 2,5 milhões de cópias .

Valeu Galera, O post acabou, e até a próxima!!